Atualmente, a cerveja tem entrado no mercado brasileiro de forma muito intensa, quebrando o tabu de que cerveja é só pilsen para ser tomada com petisco no bar, boteco ou na praia. As importadoras têm trazido ao país cervejas de todos os tipos de blends e, inclusive, engarrafamentos premiados e especiais, para acompanhar todo tipo de gastronomia.

A degustação da cerveja consiste na arte de saber provar cada um desses tipos de cerveja e, nada diferente da degustação do vinho, apreciar suas notas e características. Essa análise trata exclusivamente de um enfoque sensorial, dividido em cada uma dessas etapas: análise visual, análise olfativa, análise gustativa e análise global. Analisar uma cerveja ao degustar é determinar em sabor seu ataque, seu equilíbrio, sua evolução e sua duração.

As sensações visuais estão baseadas em cor, brilho, emulsificação, limpidez, claridade,  efervescência, burbulhas. A análise gustativa se baseia nos quatro sabores elementares: o doce, o ácido, o salgado e o amargo. A percepção do doce é acentuada pelo álcool, então cervejas com maior teor alcoólico tendem a parecer mais doces. A percepção da acidez dá uma sensação de frescor na boca. Os sabores salgados aguçam a palatabilidade. O amargor normalmente se associa a uma sensação de  secura.

Depois de reconhecer e avaliar os diferentes sabores e gostos presentes na cerveja, deve-se determinar o seu poder e seu aporte para a análise do equilíbrio da cerveja. Depois da análise de todos os detalhes da cerveja sob 3 ângulos fundamentais ( olho, nariz e boca), pode-se fazer uma avaliação global que leva em conta todos os pontos analisados anteriormente e ainda dar uma nota subjetiva de associação a um julgamento.

Fonte:

1001 Bièrres

OPT

Wikipédia


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